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Foram-se as papeleiras, ficaram os suportes

Entre a rua do Flecheiro e a ponte pedonal na mesma zona em Tomar, estão dois suportes de papeleiras, mas sem as ditas. Assim como estão, estes equipamentos urbanos não cumprem a sua função e o melhor será retirá-los.

 

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Não senhor! É falso! O pessoal do acampamento ao lado não tem nada a ver com o assunto. Eram lá capazes de uma coisa dessas. É tudo pessoal muito bem comportado, como bem sabem os leitores desate blogue. Incapazes de danificar seja o que for. Ou de roubar equipamentos urbanos. Se por hipótese e mero equívoco, algum dia a PSP fizesse uma rusga nos acampamentos e encontrasse as ditas papeleiras, já estou a ouvir os fendidos: -Olhó raio das caixas onde elas vieram parar! Fora cu elas!
    E também evitam de estar já a pensar em culpar a câmara. A excelente reputação dos serviços camarários de manutenção é do conhecimento geral. Nesta como noutras áreas. Na limpeza urbana de ervas, por exemplo. Ou na limpeza das sarjetas e outros sumidouros.
    Acresce o problema do costume: Que interesse tem o desaparecimento das papeleiras, o mau estado do sistema de rega do Mouchão, ou o péssimo estado do piso de algumas estradas? Nem notícias chegam a ser. Apenas vontade de caluniar a honrada maioria autárquica que temos. De denegrir a laboriosa população que mora na urbanização do Flecheiro, em lindas vivendas de impecável linha arquitetónica.
    Que pena vivermos num regime que tudo permite, incluindo notícias falsas. Se assim não fora, quem processava o dono do blogue era eu. Mas lá virá o tempo!

  2. Poderiam repor as papeleiras.
    Se voltarem a desaparecer, colocar uma câmara de vigilância a observar o local para saber qual o bicho responsável.

    • Ó João! Tenha dó da gente e do dinheiro dos contribuintes.
      Então não se está mesmo a ver o destino das novas papeleiras e da câmara de vigilância?
      Pois se até os ferros do corrimão da ponte pedonal volta e meia aparecem torcidos e outros até desaparecem…

      • É preciso esclarecer esses desaparecimentos/ estragos de forma cabal, e deixarem-se de palpites baseados em “acho que”.
        Pode ser que seja algum bicharoco, se não for, que se descubra quem é, e se proceda daí para tomar a medida mais adequada para fazer parar tais desaparecimentos/ estragos.

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