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d’O Costume – a diferença está na carne!

O D’O Costume traz as receitas de que todos gostam com um twist! Wellington, T-Bone, Tomahawk, Ribeye. Para a maior parte dos tomarenses estas palavras em inglês talvez não digam nada. Mas para os apreciadores de carne significam cortes de carne que em Tomar são servidos pelo restaurante D’O Costume, aberto desde outubro de 2021 na rua de S. João, nº 135, ao lado da igreja de S. João.

Tiago Fontes, tomarense de 39 anos, e a sua mulher, Débora, de 35 anos, resolveram mudar de vida e trocar a zona de Lisboa pela pacatez de Tomar. “Aquilo que nós procuramos aqui desenvolver no restaurante d’O Costume é um tipo de restauração diferente do que é habitual encontrarmos nesta cidade”, diz Tiago Fontes.

Apesar de não duvidar da boa restauração da sua terra, e precisamente por a conhecer há muito tempo, e muito bem, Tiago detetou com facilidade exatamente o que lhe faltava nas visitas frequentes: um espaço descontraído, com uma oferta diferente. No d’O Costume, o objetivo é “obter uma experiência marcante na degustação de carnes e dos seus melhores cortes, pontos e acompanhamentos, pensados para completar na perfeição a refeição”, explica, reforçando que, no mesmo âmbito, em Tomar, apenas conseguia encontrar o tradicional bitoque, ou bife da alcatra ou do lombo.

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Conforme explicou, mesmo o bife Wellington – um dos destaques da carta do restaurante – é apenas possível de encontrar em algumas casas de Lisboa. Para o empresário, não havia como não garantir que a iguaria estaria agora também acessível aos tomarenses, a par das carnes frescas e maturadas que se tornaram um sucesso, no restaurante, desde a sua abertura.

“Queríamos não só disponibilizar novos pratos, texturas e sabores, para uma experiência culinária distinta, mas também ter quase um papel pedagógico em Tomar, oferecendo opções extra aos tradicionais pratos de carne”, desenvolve Tiago Fontes anunciando, ainda, que prepara novidades em breve para o seu restaurante.

Já a partir desta sexta feira, 1 de julho, para além do serviço normal, passa a estar disponível o menu específico de almoço. A ideia é lançar, para além do serviço normal, o menu específico de almoço 7,5 euros para estudantes, sendo obrigatório a apresentação de cartão de estudante, e um conjunto de pratos em carta, mais o especial de cada dia, com o menu fixado em 9.90 euros. Algumas propostas deste menu acabam por funcionar como uma amostra dos pratos da carta principal.

Para breve a maior novidade será o “dia da picanha”. Será às quartas feiras, um menu fixo por 14.90 euros no sistema “all you can eat” (comer até conseguir aguentar).

Quando confrontado com os desafios de um novo espaço, Tiago confessa que uma das fragilidades que enfrentam é a falta da esplanada (conforme a idealizaram), já que a área pretendida está atualmente ocupada com a grua e o estaleiro das obras da igreja de S. João Baptista. Assim que estiver desocupado, a ideia é criar no local uma área tipo lounge, um espaço confortável onde as pessoas possam estar e degusta, por exemplo, alguns snacks.

Tiago Fontes tem noção de que só no próximo ano terá condições plenas para concretizar o projeto, quando desmontarem o estaleiro, algo que só deverá acontecer no final deste ano.

Pandemia fez pensar na mudança de vida

Tiago e Débora tinham muita experiência no mundo da restauração, mas apenas “na ótica do utilizador”, sendo ávidos clientes de restauração, procurando sempre por experiências gastronómicas diferentes e até exóticas.

Os empreendedores têm noção de que a região tem um enorme potencial em termos turísticos e acreditam no sucesso do restaurante. Para além desta primeira aposta, têm ainda outros projetos em mente que tencionam desenvolver, no âmbito do alojamento local e visitas guiadas.

5 comentários

  1. Os verdadeiros Tomarenses, merecem sempre o melhor.
    Graças ao excelente trabalho deste executivo camarário, os empresários sentem hoje confiança para investir em Tomar.
    Está claro para toda a gente que existe um dinamismo empresarial crescente.
    Como se costuma dizer na gíria popular:
    “Quem sabe, sabe”…

  2. Boa Manel! Os teus verdadeiros tomarense merecem sempre o melhor. Então e para os outros, que são a larguíssima maioria? Qualquer bodega serve?
    “Graças ao excelente trabalho deste executivo camarário, os empresários sentem hoje confiança para investir em Tomar.” Que empresários Manel? Tirando hoteleiros e médias superfícies, não se vê nada. E até na hotelaria, supostamente de vento em popa, consta que uma das unidades mais recentes e luxuosas já está à venda. Excesso de clientes, querem ver!
    “Está claro para toda a gente que existe um dinamismo empresarial crescente.” Onde foste tu pescar semelhante informação, Manel? Tudo indica que estás é a delirar, mas aguarda-se com pachorra a indicação das tuas fontes. Não basta ejacular Manel.
    Numa coisa tens razão, Manel “Quem sabe, sabe”… E tu sabes, mas nós leitores anónimos não: Quanto é que a autarquia te paga? Por mês, como subsídios, ou sob a forma de ajustes diretos?
    Não te irrites Tudo isso é perfeitamente legal. Para quem não tem vergonha, todo o mundo é seu.
    Dá é muito nas vistas, porque a tua propaganda é demasiado hiperbólica, pelo que se vê à distância que é falsa e comprada. Acontece aos melhores.

  3. UM CONCELHO PEQUENINO E MEDÍOCRE

    Tanto no dizer mal do “executivo camarário”, como no dizer bem mal disfarçado, como nesta publicidade mal disfarçada, o que sobressai é que, empresários, “maldissentes”, apoiantes, políticos e “agentes culturais”… estão todos bem uns para os outros.

    1. Nem poderia ser de outra maneira, uma vez que todos integram o mesmo “melting pot”. Excepto a sagrada criatura SAMORA, exactamente por ser do domínio sacro, o qual como bem sabemos, não se discute. Ou ase aceita ou não. De forma que os ungidos pela graça divina são intocáveis. Graças a Deus!
      Só ainda não descobri como se alcança tal graça fora dos seminários…

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