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Câmara de Ourém investe quase 300 mil euros no Agroal

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Enquanto do lado de Tomar, não há quaisquer investimentos previstos no Agroal, do lado de Ourém, a câmara vai investir quase 300 mil euros de forma a “dar as melhores condições aos turistas, visitantes e munícipes que frequentam este espaço de lazer, tão procurado, principalmente na época balnear”.

Já está a decorrer o concurso público para “arranjos vários” no Agroal, conforme anúncio publicado no Diário da República no dia 12.

O preço base é de 277,860 euros + IVA (6%), o que corresponde a 294.532 euros. O prazo de execução é de três meses.

Está prevista a execução de uma piscina para crianças junto à piscina existente, com uma zona de acesso a pessoas de mobilidade reduzida onde a profundidade da água é menor (40 cm);

Vai ser construído um descarregador de fundo da piscina grande, para a limpeza e lavagem da piscina que será manobrado com três válvulas de seccionamento;

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O deck existente em madeira será substituído por outro de compósito maciço.

Será criado um percurso acessível, através de um passadiço em aço inox, que acompanha o perímetro da piscina.

Segundo a câmara de Ourém, estas alterações vêm dar resposta a um conjunto de questões relacionadas com o perigo da piscina para as crianças, atendendo à sua profundidade, a falta de acessos à piscina por parte das pessoas de mobilidades reduzida e a difícil limpeza da piscina tendo em conta a impossibilidade de escoamento total da água.

 

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9 comentários

  1. Muito bem, no que diz respeito a Ourém! Por cá é o habitual. Festarolas bacocas, comezainas, empregos para Boys, e demais espertices, a bem da continuação do status nesta aldeia enclausurada entre montes…

    …e tudo podia ser diferente se a atitude dos “ilustres” cá do sítio fosse outra. Tivemos uma excelente oportunidade de ter uma belíssima praia fluvial se a câmara tivesse ao menos tentado um acordo com os proprietários da quinta onde se situa o açude de pedra.
    Podíamos continuar a ter um excelente parque de campismo se se tivessem feito as necessárias transformações a que a lei obrigava, com a vantagem de poder proceder a uma ampliação para terrenos confinantes que pertenceram à fábrica da fiação.

    Mas tudo isso são “peanuts”. O que conta mesmo são os festivais dos lambuças. A festa da cerveja é o congresso da sopa.

    1. Antes e acima de tudo, permanecer no poder, porque ainda hoje não percebem como conseguiram ganhar em 2013, sem programa, sem ideias e sem estaleca para estas coisas. Coitados dos tomarenses, que trabalham, que se esforçam e que pagam impostos. O que lhes havia de calhar na rifa. A começar por uma formosa e insinuante senhora que na posse jurou cumprir com lealdade as funções, mas na primeira oportunidade abandonou o barco para ir ocupar outro tacho mais bem pago. Com tomarenses assim, tomar não precisa de inimigos.

      1. Essa do “formosa e insinuante” só pode ser um forte golpe de ironia da sua parte, não é? Ou então é embarcadiço e já não vem a terra há um bom par de anos e todas lhe parecem a Nicole Kidman…

        1. A paixão cega tem razões que a razão desconhece. Além disso, o “formosa” tem relação com a Lianor pela verdura, que como sabe, “vai formosa mas não segura…”

          1. Descalça Vai à fonte, Lianor com sapatos de lona. Escorregou, partiu a bilha, espetou os cacos na…planta dos pés!

  2. Só para que não restem dúvidas : percebi perfeitamente que o seu “formosa e insinuante” foi uma ironia, mas quis aproveitar o “balanço” para dar uma alfinetada.

  3. parece uma excelente iniciativa, os meus parabéns ao Município de Ourém pela visão sobre os benefícios gerais em volta do Agroal tornando o local mais seguro, acolhedor e inclusivo. a sensação que tenho é que ainda muito se pode fazer por ali porque o Agroal atrai muitas pessoas e pode ser fonte de receitas quer para o investimento quer para o emprego. O IC9 aproximou ainda mais o Agroal de quem anda pelo país a conhecer sejam turistas Nacionais ou não. Ía lá em pequeno porque tinha um problema de pele, umas manchas e foi recomendado aos meus país banharem-me naquelas águas fresquinhas mas lembro-me que gostava era de andar no rio e explorar. Agora só lá vou esporadicamente na época baixa pois tenho a sensação de que na época alta o estacionamento fica aquém dos muitos visitantes.

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