in ,

Agrupamento de escolas recebe fatura de mais de 11 mil euros de água

O Agrupamento de Escolas Templários, de Tomar, recebeu dos SMAS uma fatura de água no valor de 11.196,76 euros, referente ao mês de julho.

Perante este valor exorbitante, a direção do agrupamento pediu que o pagamento fosse feito de forma faseada.

Em resposta, o conselho de administração dos SMAS autorizou que aquele valor fosse pago em três prestações mensais.

Escrita por Redação

Comentários

Leave a Reply
  1. É o justo retorno das coisas. Uma vez que o diretor do agrupamento é o educadíssimo e requintado Paulo Macedo, distinto militante do PCP e portanto partidário da nacionalização da água e defensor acérrimo dos falidos SMAS Tomar, nada mais natural que agora ter de pagar pelas suas legítimas opções políticas.
    Em boa linguagem popular, “paga e não bufes!”, pois está tudo o melhor possível, tendo em conta o contexto.

  2. Mas o custo elevado só pode resultar de erro administrativo na passagem da factura, erro de leitura do contador ou incidente dentro das instalações (ruptura não detectada, torneiras abertas por descuido ou roubo de água). Conveniente era informar o porquê da coisa. Fazer a ligação entre as ideias políticas do director do agrupamento com a factura da água é escrever para nada dizer.

  3. É o que lhe parece. Mas, usando uma expressão célebre “Olhe que não!”
    Convém nunca esquecer, sobretudo quando se pretende comentar a atualidade, que em política aquilo que parece é. Estipulou em tempos o gajo da Santa Comba.
    No caso, o que parece é que você é da mesma cor do distinto diretor, e sentiu-se agredido. O habitual.

    • Mas o que tem a política a ver com uma fatura elevada de água? Já lhe ocorreu a hipótese de rutura da instalação? Acha normal uma fatura desse valor referente a apenas um mês? Como diria o Ricardo Araújo Pereira “Há gente que não sabe estar”.

      • Lá isso é verdade. Há mesmo gente que não sabe estar. Você, por exemplo.
        O que tem a ver a política (local) com uma fatura elevada da água, pergunta você, fingindo-se ignorante. Pois tem tudo a ver, criatura.
        Se não fosse a tosca e onerosa política nabantina, praticada em geral por eleitos incapazes, já há muito que não haveria SMAS, nem acordos leoninos com a EPAL, nem perdas de rede da ordem dos 33%, nem um preçário exorbitante. E portanto também não haveria faturas tão exageradas.
        Quer um exemplo prático? Em tempos o CD de uma certa escola pediu aos SMAS alguma condescendência em relação a consumos, alegando que a instalação de água havia sido mal feita e tinha fugas constantes. A resposta de quem na altura dirigia os SMAS (que também era do PS) foi cortante e definitiva: O governo pode pagar!
        Com gente assim, ainda lhe parece que a política nada tem a ver com consumos exagerados de água? Em que mundo é que você julga viver?

          • Foi exactamente o que eu pensei. Além de não saber estar, nem comportar-se, revela-se agora intolerante e mal educado/a. Um/a tomarense como há tantos/as, infelizmente.
            Queria que o/a tratasse por cavalheiro/dama, ou senhora/senhor? Não podia, pois esses cidadãos não se comportam como acabou por fazer. A verdadeira natureza acaba sempre por vir à superfície. O que significa que quem nunca teve educação, uma vez na idade adulta nunca mais consegue arranjá-la. E dá nisto.
            Tem razão num só aspecto: sou mesmo parvo ao gastar tempo para lhe responder. Mas que se há-de fazer? Não há ninguém isento de defeitos…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Loading…

0

Comentários

0 comentários

Trilhos dos Templários bate recorde de inscrições

Santarém: chamar idiota a político não é crime