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Para onde foram as árvores?

É um problema endémico de Tomar, a não substituição de árvores que morrem ou que são destruídas por acidente ou vandalismo. Quem ande pela cidade conta centenas de caldeiras outrora ocupadas por árvores e que agora estão vazias ou ocupadas por ervas e lixo.

O exemplo que apresentamos é o do parque de estacionamento junto à igreja de Santa Maria do Olival e da ponte do Flecheiro. As quatro árvores que foram ali plantadas durante os trabalhos de construção do espaço já não existem, eventualmente foram derrubadas por falta de proteção e por descuido dos condutores. As caldeiras lá continuam vazias à espera que sejam plantadas novas árvores que tanta falta fazem por exemplo para fazer sombra a quem ali estaciona.

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1 comentário

  1. Menos árvores igual a menos folhas. Menos folhas igual a menos pessoal de limpeza. Menos pessoal de limpeza igual a menos encargos para a câmara. A equação perfeita para uma cidade deflorestada. Ou seja, como alguém um dia disse, “…Tomar cidade jardim já era..!!!”

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