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Lembra-se do antigo Centro Comercial Templários?

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No início da década de 80 do século passado abria em Tomar o primeiro centro comercial, um empreendimento do empresário Armando Aguda, já falecido. Situava-se na alameda Um de março e chamava-se Centro Comercial Templários.

Além do cinema Templários com 427 lugares, o espaço comercial chegou a ter em funcionamento dezenas de lojas. Padaria Rosa, restaurantes, cafés, lojas de roupa, sapatarias, bares, entre outras foram algumas das lojas que ali funcionaram. Até a repartição de finanças ali esteve instalada por vários anos.

Inaugurado em 1983, o centro comercial foi definhando e hoje restam meia dúzia de lojas no piso térreo.

O cinema Templários teve a sua última sessão a 30 de novembro de 2005.

O fotógrafo Paulo Santos, do Pr0j3ct URBEX, publicou esta semana no Facebook uma série de fotografias que mostram como está atualmente o centro comercial, abandonado e em degradação.

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Tomar na novela portuguesa “Origens” em 1983. Quem se lembra? (c/ vídeo)

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3 comentários

  1. Com tanta publicidade é difícil ler e muito mais deixar um comentário a não ser que se seja fã do Facebook. Quanto aos textos publicados, só tenho pena de não ver aqui um álbum de fotos da estrada N110 entre o Moinho Novo e Tomar, sobre o mato que já ameaça invadir a própria estrada é que os senhores, apesar de já alertados por mim, nada dizem Obrigado pelo vosso contributo para com esta cidade, que brevemente deverá estar sob um mato de flora, que os serviços camarários teimam em deixar desenvolver livremente.

  2. Sim, no tempo das industrias, do emprego, da criação de riqueza em Tomar e da circulação de dinheiro pelo comércio local pujante e que atraia populações à volta da cidade. Depois vieram uns intelectuais a dizer que o futuro era o turismo. Os impreparados poliicos locais acreditaram, desprezaram a indústria. Começou com Paiva do PSD e continuou com o PS. A cidade empobreceu, perde população e a economia é baseada no turismo como nos países pobres. Ficaram reformados e empregados de café.

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