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Empresa de Santarém vandalizada por ativistas pró-Palestina (c/ fotos)

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Um grupo de ativistas pró-Palestina vandalizou, durante a madrugada de sábado, a sede em Santarém da empresa Steconfer, especialista em infraestrutura ferroviária e com projetos em Jerusalém e que o grupo acusa de lucrar com o genocídio.

Em comunicado, o Coletivo pela Libertação da Palestina refere que “um grupo de pessoas solidárias com a resistência palestiniana” e com o movimento pintou e partiu vidros do edifício e vários veículos da empresa, tendo escrito na fachada do edifício “Steconfer lucra com o genocídio”.

Fonte da GNR confirmou à agência Lusa que as autoridades foram chamadas ao local para tomar conta da ocorrência, não tendo feito quaisquer detenções, uma vez que os ativistas tinham já abandonado as instalações da empresa.

Sem referir se apresentou queixa-crime, a Steconfer lamentou e condenou o sucedido, em comunicado enviado às redações, e refere que “além dos danos materiais avultados, estes atos também colocam em causa os valores pelos quais se pauta há 26 anos”.

Em novembro, ativistas do Coletivo pela Libertação da Palestina, Climáximo e Greve Climática Estudantil já tinham pintado de vermelho a fachada dos escritórios da mesma empresa em Lisboa.

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“No total, há mais de 930 empresas portuguesas a exportar para Israel. Apelamos a que se pare de consentir com o genocídio a decorrer na Palestina. Comprometemo-nos a resistir contra as empresas que lucram com a ocupação colonial da Palestina e exigimos que a Steconfer e restantes empresas portuguesas cancelem todas as ligações com o estado sionista ou empresas israelitas. Exigimos boicote, desinvestimento e sanções a todas as organizações cúmplices com a ocupação. Exigimos o fim da ocupação da Palestina e a autodeterminação do seu povo. Não assistiremos paradas ao genocídio”, defendem os ativistas.

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