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Divergências entre Templários levam à criação de uma nova Ordem em Tomar

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Foi criada no dia 6 de julho em Tomar a “Associação Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Jerusalém”, com sede no Terreiro Dom Gualdim Pais, onde se localiza a cafetaria do castelo.

A nova associação, presidida por Nascimento Costa, de Tomar, surge por divergências no seio da Grande Priorado Lusitano e Templo, do qual se demitiram vários membros.

Segundo os estatutos, a nova associação tem como objetivo “a preservação e a emulação dos ideais históricos da antiga cavalaria do Templo de Jerusalém, a preservação das suas tradições e do seu património, incluindo a instituição e a manutenção de acervos históricos, museus, bibliotecas e repositórios de trabalhos artísticos ou objetos de interesse histórico, a promoção e o patrocínio de atividades e de projetos que reforcem o espírito e a moral da humanidade de acordo com o primeiro grande princípio representado pelo mote Non Nobis, Domine, Non Nobis Sed Nomini Tuo da Gloriam, e o encorajamento e a promoção de ações humanitárias e de solidariedade em geral”.

 

Corpos Sociais | Mandato 2020-2024

Mesa da Assembleia

Presidente: Armindo Moreira Palma Jacinto; Vice-Presidente: Francisco Agostinho Maria Gomes; Secretário: João Filipe Pêraboa Rijo Abrantes

Direção / Magistério

Presidente: Nascimento Ferreira da Costa; Vice-Presidente: Marco Aurélio Correia Carreira da Cunha Constantino; Secretário: Mafalda Sofia Martins Nascimento; Tesoureiro: José Luís Patrício Rego Baptista; Vogal: Ana Maria Serrazina da Fonseca e Silva

Conselho Fiscal

Presidente: Mário Pissarra Pires; Secretário: Manuel Pires Nabais; Relator: Ângelo Manuel Cordeiro da Silva Penacho

Redação

Escrita por Redação

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Comentários

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  1. Eis a criação de mais um instrumento para uso e beneficio pessoal.
    E é criado em detrimento do interesse coletivo, porque despido da amplitude que pode tornar a Ordem do Templo num beneficio real para Tomar.
    Assim, reduzida a um terreiro e a uma cafetaria, com usofruto mais ou menos discricionário dos edifícios do Convento, por aparente especial, mas estranha, deferência da sua Diretora, pouco há a esperar da Ordem do Templo enquanto elemento de valorização da cidade e da região.

  2. Digam a verdade acerca do que aconteceu pois a comunicação social não diz a verdade nem a razão.
    Eu sei o que se passou e em parte o assunto também me atingiu
    Uma vergonha para quem de diz templário para proveito próprio
    Colocarem um ordem em tribunal por duas vezes onde perderam a causa devido ao assalto ao poder.
    Nem cavaleiros nem cavalheiros.
    Que faz a nova ordem para a difusão do templarismo português?

    Ainda por cima com sede dentro do convento?

    Enfim protagonismo em proveito próprio

  3. templarismo português…

    Isto e mais os escuteiros mirim, e mais as feiras medievais, e mais as maçonarias, mais a festa templária e muitas mais coisas congéneres que por aí há, são bem a expressão nítida e óbvia do infantilismo e liliputismo destes segmentos da sociedade portuguesa.
    Os devotos da Santa da Meia Via, colecionadores de antiguidades, amantes de vespas ou carros antigos são gente com uma postura de mais autenticidade. Juntam-se, coordenam-se e organizam-se em torno de uma necessidade ou de um gosto comum.
    Mas já os tótós das várias variantes dos “templarismos”… é diferente. Juntam-se, fardam-se e ritualizam em posturas mais das vezes ridículas para mostrarem a eles mesmos e ao mundo: “Óh pra nós que somos Templários!”.
    Deprimente.

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