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Dia de eleições marcado por descarga poluente no rio Nabão

Os milhares de eleitores que se deslocaram ao pavilhão municipal de Tomar para votar neste domingo nas eleições presidenciais sentiram ali perto um cheiro nauseabundo vindo do rio Nabão devido a mais uma descarga poluente.

A indignação está patente nas dezenas de fotografias publicadas nas redes sociais acompanhadas por comentários de indignação e revolta.

A câmara tenta disfarçar a poluição baixando o açude do Flecheiro para que a água e a espuma castanha escoem mais depressa rio abaixo.

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A ETAR de Seiça continua a ser apontada como a principal fonte poluidora, sendo de notar que é uma estrutura da responsabilidade da Tejo Ambiente, empresa que é presidida por Anabela Freitas, presidente da autarquia nabantina.

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4 comentários

      1. É claro que vai fazer toda a diferença votar nos outros em Outubro, sr, Prof. Por uma razão bem simples: A atual maioria socialista tomarense entregou os SMAS a uma empresa intermunicipal que na prática é dirigida pelo município de Ourém, onde tem a sede. Anabela Freitas ficou toda contente, porque conseguiu mais uma presidência. E se calhar até um emprego bem remunerado, caso não seja reeleita. Já temos o exemplo do Carrão na RESITEJO.
        O problema é que também já todos sabemos as causas das sucessivas vagas de poluição do Nabão. Trata-se da ETAR que serve Ourém e que agora pertence igualmente à Tejo Ambiente, a tal empresa intermunicipal. Estão a ver esta empresa a prejudicar-se a si própria, admitindo culpas e pagando multas? É muito mais fácil arranjar uma boa desculpa: “O problema é vasto e a solução parcial está orçada em 22 milhões de euros. Estamos a ver se conseguimos uma candidatura a fundos europeus”.
        Assim sendo, só uma nova maioria municipal, com liberdade e coragem para negociar com Ourém, entre outras coisas, terá alguma hipótese de finalmente acabar com o escândalo da poluição do rio.
        Porque já na questão da Várzea grande não houve estacionamento subterrâneo porque Anabela Freitas alegou temer a falta de verbas.
        É sempre a mesma música.

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