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Cavaleiro Rui Salvador não merecia tanto desprezo

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Há cerca de quatro meses que a placa toponímica da rua Rui Salvador, está tombada, sem que a câmara de Tomar se preocupe em repô-la no lugar.

É certo que o cavaleiro tauromáquico tomarense não está numa fase alta da sua carreira, mas não merecia tanto desprezo por parte da autarquia.

A rua Rui Salvador situa-se ao lado da praça de touros. O nome foi atribuído pela própria câmara em homenagem ao cavaleiro tomarense.

Placa toponímica tombada

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Achega de uma leitora:

Antes de mais gostaria de agradecer o cuidado e a observação que tiveram relativamente à Rua Rui Salvador. Realmente não se compreende e ainda pensei que em data de corridas a placa seria levantada, mas não.
Mesmo assim gostaria que retificassem algo que escreveu e que não é de todo verdade e que diminui a grande figura tauromáquica que Rui Salvador é: “É certo que o cavaleiro tauromáquico tomarense não está numa fase alta da sua carreira, mas não merecia tanto desprezo por parte da autarquia.“. Rui Salvador teve no ano passado, uma das suas mais brilhantes épocas tauromáquicas. Este ano, como comunicado publicado, decidiu não tourear para se dedicar aos projetos que iniciou há cerca de 2 anos, com muito sucesso,  e que é necessário cimentar. Só por esse facto não toureia a presente temporada. Relativamente à edilidade camarária, era bom que a pedra fosse colocada no seu devido lugar, e que, no próximo ano, porque possivelmente, nos seus 40 anos de Alternativa, fará a sua última corrida da carreira em Tomar, gostaríamos que apoiasse exatamente como tem apoiado a tauromaquia em Tomar  desde 2019.
Muito Obrigada,
Sandra Strecht

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22 comentários

  1. O povoado está ao abandono. Ervas por todo o lado, passeios degradados, incluindo os que foram feitos no âmbito das obras de (des)qualificação de algumas artérias, sujidade por todo lado. Estas são as conquistas do 25 de Abril.

    1. Concordo. Não há que ter receio dos falsos defensores dos animais e de outros tantos que fazem parte de uma minoria que querem impor os seus argumentos e pontos de vista a todos. Infelizmente alguns políticos amedrontam-se e agacham-se.

  2. A pessoa que assina este artigo, alguma vez pensou em pegar na dita placa e colocá-la no lugar? Devia aproveitar a forte indignação para o fazer. Desprezo é ver as bermas das estradas do concelho, em plena época de fogos, totalmente cobertas de mato, inclusive as que dão acesso à entrada da cidade. Isso sim é uma vergonha. Pena o Papa Francisco não ter passado por Tomar. Triste executivo…tristes preocupações…

  3. Também acho uma vergonha colocarem o nome de quem tortura animais ao nome de uma rua. Só neste país que valoriza gente de merda e despreza verdadeiros heróis que salvam vidas ou praticam o bem. É como fazerem homenagens a outros toureiros assassinos como João Moura e a corja da sua família!
    Deviam era acabar com as touradas,.uma vergonha neste país. Covardes! Porque não fazem homem e touro frente a frente em pé de igualdade! Até os cavalos sobrem.

  4. É gente como está que lambem as botas aos corruptos aos pedófilos da igreja que mandam crucificar os inocentes e pedem liberdade para os cromos que agiram apedrejam esse Senhor. Eu não gosto de tourada então não vou: esses indivíduos que têm tantos telhados de vidro deveriam sim respeitar que deu bastante alegria a muita gente. Diz o outro e muito bem,este país está com uma percentagem de LGBT e outros que é fácil adivinhar quem é contra
    no entanto todos comem carne de vaca e nunca viram mata-los.

  5. A placa está no estado a condizer com a dignidade da actividade em si. “Tauromania”
    “Tauromazoquia” devia ser banida mais rapidamente do que está a ser um pouco por toda a parte. Aproveitem e troquem o nome da rua e usem a pedra para fazer um banco de jardim que vai ter muito mais utilidade.

  6. A UTILIDADE DO “DEBATE”

    Este tipo de “debate” acaba por ter a sua utilidade.
    Lendo o “argumentário” de um e do outro lado, fica bem evidenciada a pobreza e limitação moral e intelectual dos defensores dessa prática bárbara e antiga da tauromaquia.
    São gente de um mundo, um passado, em que dar porrada às mulheres era normal e legal. Gente grunha, cuja cultura e modo de estar na vida e na sociedade assentava na força bruta e na violência sobre o mais fraco.
    São gente que consegue ver alguma performance espectacular num confronto “mano a mano” em que a inteligência do homem fica em pé de igualdade com o instinto do animal.
    Gente parva que no fundo já está a sofrer na sua identidade ao ir-se apercebendo que aquilo que consideravam tão heróico e prestigiante afinal vaio sendo condenado ao esquecimento ou ao ridículo.
    Resta-lhes o insulto agressivo ao que não percebem. Do mesmo modo que não percebem, nem nunca irão perceber, que estas manifestações de defesa de uma cultura em extinção, são isso mesmo: um estrebuchar.

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