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Hospício de S. Brás no edifício do turismo?

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A câmara de Tomar colocou no edifício do turismo uma placa informativa a sinalizar o hospício de S. Brás como sítio Templário.

O problema é que o antigo hospital de S. Brás não se localizava no atual edifício do turismo, mas sim no edifício em frente (foto em baixo).

A sinalética faz parte da chamada Rota dos Templários.

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22 comentários

  1. A pedantisse leva á santa ignorância, a presidenta a a Filipinha festarola, ilustres damas da corte, deviam ter recorrido ao amigo pobre cavaleiro templário, tão pobre que ainda não foi desta que arrancou o quiosque da varzea grande, ele na sua santa humildade tê-las-ia informado corretamente ácerca do local do hospicio.

  2. Há muitos muitos anos foi ali o turismo. Mas a casa particularmente maior, aburguesada, exótica , dava maior cara e apresentação aos turistas. Por isso…

  3. Boa tarde.
    Como todos sabem, o Hospício de S. Brás é propriedade privada. A solução para colocar uma das 12 placas de sinalização de locais templários foi a de usar a parede do edifício de turismo. Em locais públicos como a Mata dos Sete Montes não se verificou este problema. Tinham já sido realizadas experiências e as placas que todos podem observar e usufruir são o resultado visível de se usar os meios tecnológicos mais recentes na tentativa de divulgar o património de Tomar.
    Certamente que ninguém pensou que se tratou de um erro de localização do citado Hospício de S. Brás.
    Muito obrigado
    Ernesto Jana

      1. Boa noite.
        Pelo que vejo é malcriado ou talvez se esteja a ver ao espelho. Julgo que não andámos na mesma escola. Tenha maneiras e comente com argumentos, factos ou provas e não falte ao respeito a quem não conhece. E se me conhece julgo não lhe ter faltado ao respeito.
        Boa noite de Domingo.
        Ernesto Jana

        1. Talvêz lhe pareça uma malcriadisse, não, como diz o povo curto e grosso, mas se prefere algo mais soft aconsselho-o a visitar o Tomar a diantera 3, onde o bloguer tambêm com canudo lhe chama a mesma coisa, só que de douta maneira, assim o sr. gosta.

    1. Não se compreende o que têm os meios tecnológicos a ver com a localização das placas, mas enfim…
      Também não se compreende qual o problema que cita. Foi solicitada autorização ao proprietário para colocar a placa no sitio certo?
      É que assim muitos pensamos estar perante um erro de localização, e uma manifestação de incompetência, de quem lá mandou colocar a placa.

      1. Boa noite Sr. João Dias
        Antes de mais, obrigado pelo seu comentário correcto. Sem necessitar de falta de respeito que outros mostraram expõe as dúvidas e pede esclarecimentos. A minha resposta, apelidada por outro de indigência argumentativa baseia-se em:
        O problema, se é problema começou pelo facto da placa estar no edifício do turismo. O prof. Rebelo chamou igualmente a atenção nos dia 4, 5 e , 6 de Novembro p.p., e colocou fotos de sinalização espanhola, todas uniformes, indicando os respectivos lugares no Tomar a Dianteira 3. Nada contra e penso até que uniformizar é certamente uma boa solução. Mas repare nos exemplos das suas boas fotos. Não estão na parede de um imóvel, seja ele público ou privado. São sinais verticais colocados em poste. E bem. Acredito que haja legislação para o efeito em Espanha mas, nos casos em apreço, as “flechagens” estão num poste.
        Já as placas toponímicas devem estar na parede. É uma obrigação por parte dos proprietários. Mas que até existem problemas com tal, isso é uma realidade. Foi o que aconteceu após uma obra com a placa toponímica da Rua 4 de Infantaria, em Lisboa. Acabou o prédio mais antigo por ter que a receber em detrimento do local onde se encontrava, agora com edificado novinho em folha. Ou com uma placa toponímica da Rua da Prata que ficou depositada numa varanda de um 1º andar de um prédio. Ou ainda o que aconteceu num outro arruamento de Lisboa cujo contencioso só ficou resolvido com a colocação de uma placa do tipo 4 (placa de pedra assente em pilar) dado que o dono do imóvel tudo fez para impedir a sua colocação. E conseguiu. E dentro do normativo tem ainda excepções como é o caso da Avenida de Madrid, que mostrando a nível toponímico placas do tipo 5 (placas em azulejo normalizadas) resolveu realizar quatro placas distintas em azulejo que fogem ao normativo. E que as mesmas são lindíssimas e a preservar, disso não tenho dúvidas.
        Mas, perto da placa toponímica que mostra algo escondida pela sinalização turística nas fotos espanholas (decorrente certamente da tomada de vistas), existem um ou mais cabos de comunicação. Se será uma obrigação por parte dos proprietários dos imóveis terem de deixar passar tenho algumas dúvidas. Sei é que temos casos em que os cabos são tantos e são mais grossos do que o meu braço. Mas já temos prédios que possuem essa cablagem que passa por debaixo de chão. Mas será mesmo por isso que existe e pagamos uma taxa dos direitos de ocupação de solo. Visualmente é uma enorme poluição e sem uma normalização que o prof. Rebelo tanto advoga para a sinalização.
        No que a placas de sinalização turística diz respeito, em trabalho apresentado em 2011 no Instituto Politécnico de Castelo Branco, João Neves e Fernando Moreira da Silva verificaram “a existência de 293 símbolos para sinalizar recursos turísticos além de mais 112 aplicados em sinais de trânsito.” Convinha normalizar, dirá o Prof. Rebelo e julgo que estaremos todos de acordo.
        O Dr. Rebelo mostra primeiro a placa da TREF – Templar Route European Federation (de cor branca na notícia do dia 6/11/2022). Foi a placa no geral discutida entre as entidades que participam neste projecto e o modelo da placa portuguesa foi o adoptado por todos. No caso em apreço (a placa que está no turismo) está a ver a placa indicativa de que aquele local é interessante por um dado motivo. A tecnologia é, quando se quer e se usa para o bem, útil para o Homem. Neste caso, vai reparar que a placa tem o QR-Code e quem tem os actuais telemóveis, usando a respectiva aplicação (e muita gente usa os QR-Code para supermercados, etc.), acede a informação sobre o local e não sobre um destino a seguir ou a dele regressar. Neste caso, sobre o Hospício de S. Brás e igualmente sobre as ruas mais antigas, Costa de Cima e Costa de Baixo. O presidente da Comissão Científica internacional da TREF achou ser uma boa ideia e pediu já os layouts da placa para os mesmos poderem ser transpostos para certos locais de França. E o citado senhor chamou a atenção para que os elementos sobre a Ordem de Cristo deveriam igualmente constar da informação o que, aliás, já estava a ser feito.
        Depois foi falado e não aqui, neste blog mas igualmente no Tomar a Dianteira 3 sobre a origem do Hospício de S. Brás.
        Copio a minha resposta dada ao Prof. Rebelo (e espero que não fique ofendido com esta minha atitude). E aqui disse que:

        Vamos agora ao Hospício/Hospital de S. Brás. Disse o Prof. Rebelo que ele não é templário mas do período henriquino. Claro que sim mas permita-me recordar que a Ordem de Cristo é a natural continuadora da Ordem do Templo. Por acaso não está a pensar que as comendas templárias da França que tanto preza (e eu também pois sou igualmente francófono) não passaram para os hospitalários? Claro que passaram e o que resta das comendas templárias francesas é o somatório de muitas intervenções, templárias ou hospitalárias em anos mais recuados ou mais recentes. O caso da comenda de Avalleur é disso forte exemplo. A entrada tem duas pequenas torres de aspecto defensivo com cobertura do género piramidal, que flanqueiam a entrada. São estruturas interessantes mas… hospitalárias.
        E o Hospício de S. Brás perguntará? Provavelmente é das estruturas mais antigas existentes em Tomar. Diz que, consultado o dicionário Priberan, este lhe remeteu vários significados sobre hospício/ hospital e passo a citar: [3 – Casa em que religiosos davam hospedagem a peregrinos e viajantes; 4 – Casa onde gente se hospeda ou abriga; 5 – Casa de acolhimento.] Mas o citado dicionário também lhe diz logo no início: hospitium, -ii, hospedagem. [consulta em linha a 8/11/2022].
        Lamento informá-lo mas ao invés do que refere, estes estabelecimentos eram realmente tudo isso pois hospedavam quem precisava, tratavam quem necessitava e acolhiam quem disso esteva precisado. E esta estava situada onde? Na zona da Riba Fria, um local onde existia um caminho medieval e onde se fazia articulação entre a chamada Vila Debaixo, a Almedina (lá em cima) e o Arrabalde de São Martinho. Por favor leia Tomar Medieval, de Manuel Sílvio Conde, a páginas 93 a 95. De resto as escavações e/ou sondagens realizadas na Mata dos Sete Montes e nas Rua do Pé da Costa de baixo e de Cima revelaram presença medieval nos locais escavados (confira a pág. 341 de As Origens de Tomar. Carta Arqueológica, de Carlos Batata e editada pela Câmara Municipal de Tomar em 2020). A este respeito a placa da Mata dos Sete Montes foi colocada à entrada da mesma (em local público), não por ser um local templário mas por ser local da Ordem de Cristo, correspondendo à cerca que todos os conventos vão começar a ter. E a Ordem de Cristo é a continuadora natural da Ordem do Templo tendo também tomado posse do que é hoje a Casa dos Cubos, do castelo templário ou da Igreja de Santa Maria do Olival. Outros locais como as ruas dos Moinhos, de S. João ou Infantaria 15 foram templárias, depois da Ordem de Cristo e hoje de todos nós e também para elas foram realizadas algumas placas com recurso ao QR-Code. Ao se ir passeando observa-se uma destas 12 placas com QR-Code e acede-se a mais informação por meios digitais. E a flechagem como mencionava no seu texto? Esta placa não é para dizer por onde se vai nem por onde se vem. É somente para dar informação sobre aquele local e daí só ter o QR-Code respectivo.

        Espero que fique um pouco mais esclarecido. Agradeço-lhe de novo as suas questões.
        O meu obrigado e uma noite descansada.
        Ernesto Jana

  4. Para os que aqui venham ler ou “botar” opinião, convém que saibam que o Ernesto Jana e o “jeitoso” do Tomar na dianteira são a mesma pessoa. É tão fácil chegar a esta conclusão como roubar a chupeta a um bebé. O que me admira é que o personagem em questão, que se diz letrado entre outras especializações obtidas sobretudo em França, não perceba porque é tão fácil chegar a essa conclusão…

    1. Você veja se consegue tratar-se, de forma e evitar visões que só existem mesmo na sua cabecita. Um destes dias era o regresso do odiado, quando afinal os comentários já tinham mais de 18 meses. Agora o do Tomar a dianteira e o Jana são a mesma pessoa? Compre quanto antes um medicamento para a diarreia mental. Se houver….

      1. Mais um pseudónimo característico deste idoso mal resolvido. No entanto, tenho de agradecer-lhe a sua presença no tomarnarede já que fez com que eu tivesse ganho uma aposta que fiz aquando da sua “partida” para a sua toca, o tomaradianteira, com a justificação de que este blog não o merecia. Apostei então que a sua ausência não seria longa, uma vez que o seu narcisismo e vaidade seriam mais fortes que ele e o impeliriam a voltar, com grande tristeza nossa, a conspurcar este espaço com a sua presença.
        Assim, irei ser premiada com um almoço a pagar pelo derrotado, uma amizade de longuissima data, cuja presença, essa sim, me dará um imenso prazer.

          1. Ó senhor António Ernesto Jana Manuel Aveleda Patrício Rebelo, não se preocupe com a minha saúde. Preocupe-se antes com a sua, sobretudo a mental.
            …e faça-nos um favor: vá defecar as suas ideias lá para os Brasis porque lá não faltarão grunhos para o aturar.

            PS – de quem eu tenho mesmo pena é da Gal Costa de quem guardo gratas memórias depois de a ter visto actuar ao vivo em Belo horizonte em 1985.

        1. A Erika não tem intelecto nem para a Regular nem para o Grande… OL… prefiro a cortina de ferro… comentário pobre e nada venusto… Talvez pertença a uma raríssima… de Tomar …

          1. A peça em questão é um advogado de causas perdidas, coimbrão, (V. N. P.) compagnon de route com janela para o palácio da justica.

  5. Irra que é teimosia a mais !!!
    Ernesto José Nazaré Alves Jana, professor de história, membro do conselho científico da Rota europeia dos templários, residente na zona de LIsboa. Ainda tem dúvidas e cabeça para confirmar? Basta escrever:

  6. O senhor rivotti gosta de evocar de vez em quando a tal “cortina de ferro”, talvez porque para lá marchou e de lá voltou ainda mais pitosga! Será que encherga algo de jeito? Será que por lá aprendeu alguma coisa de jeito…por exemplo trabalhar?

    PS- O meu nome é ERICA e não ERIKA. Talvez não tenha reparado devido à miopia avançada…é desculpável! E quanto a querer conhecer-me, esqueça. Não é de todo correspondido, ou será isso um tique “cortineiro”? Quer entregar-me à secreta? Olhe que não está na Budapeste de antanho…

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