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Bibliotecando regressa e entrega prémio a Lídia Jorge

Depois de um forçado interregno, a iniciativa Bibliotecando em Tomar terá a sua 12.ª edição nos dias 6 e 7 de maio. Desde o primeiro momento, este encontro procura ser um espaço e um tempo de celebração do conhecimento, da cultura e do património, promovendo discussões e partilhas acerca da condição humana e da representação da nossa identidade coletiva. Assim, ao longo das dez edições anteriores já foram debatidas temáticas como  “Leituras: Modalidades e Potencialidades” (2010), “Leituras Lusófonas” (2011), “Leituras Migrantes: Identidade e Alteridade” (2012), ” Das leituras de viagem e das viagens das leituras” (2013), “Leituras de lendas e mitos” (2014), “Leituras de Abril” (2015), “Os Outros e Nós: leituras da alteridade e mesmidade” (2016), “Utopias & Distopias: leituras das de ontem e de hoje” (2017),  “Ética e Estéticaleituras possíveis” (2018) e “Memória, Esquecimento e Inovação: leituras de sempre” (2019).

A organização de “Bibliotecando em Tomar” é multipolar, numa organização conjunta do Agrupamento de Escolas Templários, Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, Câmara Municipal de Tomar, Centro de Formação “Os Templários”, Rede de Bibliotecas Escolares, Instituto Politécnico de Tomar e Centro Nacional de Cultura. Tem sempre lugar na primeira sexta-feira e sábado do mês de maio, coincidindo com a iniciativa municipal do “Congresso da Sopa”, reforçando, assim, a ligação à comunidade. Refira-se ainda que tem como presidente da Comissão de Honra o Professor Doutor Guilherme d’ Oliveira Martins.

Os debates deste ano organizar-se-ão em torno do seguinte tema central: Presença e exílio – leituras em diálogo.

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Mais uma vez conta-se com um leque de oradores que abordarão a temática de diferentes prismas e que, simultaneamente, se completam, num diálogo construtivo de múltiplas vozes, numa dialética que se pretende original e construtiva.

O painel de abertura inicia-se com Lançamento do livro:  Da construção de uma viagem partilhada – Bibliotecando em Tomar 10 anos.

O primeiro dia, 6 de maio, conta com a participação do conhecido professor catedrático de Neurologia, Alexandre Castro Caldas e Alberto Manguel, escritor, tradutor e ensaísta.  No segundo painel, haverá as intervenções de Miguel Real, Cândido Franco e José Carlos Barros, nomes sonantes em áreas como a Literatura e Filosofia.

O terceiro painel intitula-se “One World” e tem a coordenação de José Marques da Silva, que está à conversa com os seus convidados.

A sessão termina com uma justa homenagem a José Augusto França, com Cristina Azevedo Tavares.

Já no segundo dia, 7 de maio, Alexandre Quintanilha, Hermano Carmo e Jorge Malheiros abordam a temática sob múltiplas perspetivas em áreas tão distintas como a Física, a Geografia e as Ciências Sociais e Humanas.

Após uma pausa para café, os participantes têm a oportunidade de ouvir os escritores Marcello Duarte Mathias e Bruno Vieira Amaral e as escritoras Julieta Monginho e Ana Margarida Carvalho, com a coordenação de Luís Ricardo Duarte.

O sexto painel, que se realiza após o almoço no “Congresso da Sopa” (no Mouchão Parque) tem a coordenação de Fernando Rodrigues e conta a participação da conhecida jornalista Ana Sousa Dias. do professor de Literatura Portuguesa Sérgio Guimarães de Sousa e do especialista em cinema Arnaldo Mesquita.

Às 16h00 terá lugar o último painel com a atribuição do Prémio Bibliotecando a Lídia Jorge, que celebra a vida literária desta conhecida escritora, que já foi professora em terras nabantinas. Conta com a intervenção de Nuno Garcia Lopes e a coordenação de Guilherme d` Oliveira Martins.

Toda a informação está disponível na página do evento

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